Posts tagged ‘paixão entre linhas’

São Paulo: a moeda que não parou de cair em pé

Até os anos 1940, torcedores diziam que na disputa do Campeonato Paulista, entre Palmeiras e Corinthians, se jogasse uma moeda para o alto e desse cara, ganharia um, e se desse coroa, ganharia o outro. Para o São Paulo ganhar, a moeda teria que cair em pé.

Em 1943, a moeda caiu em pé e não parou mais. Daí pra frente, o São Paulo conquistou praticamente tudo o que disputou. Hoje é o único clube brasileiro a ter três Libertadores e três Mundiais, as duas competições mais importantes para equipes brasileiras.

Toda essa história de rápida ascensão e infinitas glórias está retratada na obra “Nascido para Vencer”, livro-memória do São Paulo no selo Paixão entre Linhas, da Editora Leitura.

O livro é de autoria de Luis Augusto Simon e Marcelo Prado. Simon, ou Menon, como é chamado, é jornalista e está atualmente no projeto de criação da Revista da ESPN Brasil.  Acumula passagens pelas redações do Agora São Paulo, Diário Popular (hoje Diário de S.Paulo), A Gazeta Esportiva e Diário Lance! Já cobriu três Copas do Mundo e escreve também sobre Política.

Marcelo Prado também é jornalista, atualmente no Globoesporte.com, e já passou por Diário Popular, Folha Online, Agora São Paulo. Escreve constantemente em sites relacionados ao clube do Morumbi.

Leia entrevista com os dois e, abaixo, confira a capa aberta do livro “Nascido para Vencer” (No Flickr é possível ampliá-la, acesse pelo barra lateral).

O que faz do São Paulo um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Tricolor deve ter orgulho de seu clube?

O São Paulo é o mais novo entre todos os grandes do Brasil. E é o mais vitorioso, com títulos nacionais e internacionais. Também é o clube com maior patrimônio.

Cite um jogo inesquecível na trajetória do São Paulo.

Finais do Mundial Interclubes, contra Barcelona (92), Milan (93) e Liverpool (2005).

Quais os maiores ídolos da história do clube?

Rogério Ceni, Raí, Pedro Rocha, Roberto Dias, Lugano…

No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?

Sim, a excelência do time na década de 40. Uma verdadeira máquina, com contratações ousadas como as de Leônidas, Sastre e Negri.

Qual o episódio mais curioso da história do São Paulo?

Até 1940, os títulos paulistas eram divididos entre Corinthians e Palmeiras. Diziam que bastava jogar uma moeda para o alto. Se desse cara, ganharia um. Se desse coroa, ganharia outro. Para o São Paulo ganhar, a moeda teria de cair em pé. Depois do primeiro título em 43, a torcida comemorou com carros alegóricos, com uma moeda em pé.

Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?

Acho essencial para se entender o país. E tentar explicar esse cara muito louco, chamado brasileiro.

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outubro 8, 2009 at 6:32 pm Deixe um comentário

Grêmio: Não tá morto quem peleia

Toda raça do único clube chamado de “Imortal” não poderia faltar entre os livros do selo Paixão entre Linhas, da Editora Leitura.

Os irmãos Eduardo Bueno, o Peninha, e Fernando Bueno são os autores do livro-memória sobre o Tricolor Gaúcho e falam, na entrevista abaixo, sobre os maiores orgulhos do clube e de sua torcida.

Peninha é jornalista, escritor e historiador. Um dos principais entusiastas do futebol força gremista, Eduardo Bueno já escreveu livros sobre a história do próprio Grêmio, do descobrimento do Brasil e até do grupo Mamonas Assassinas. Estrelou em 2007 o quadro “É Muita História”, do Fantástico, da Rede Globo, no qual contou com bom humor episódios da história do país.

Fernando Bueno é fotógrafo desde 1972 e coleciona passagens por veículos como Zero Hora, Jornal do Brasil, O Estado de S.Paulo e O Globo. Em 1976 criou seu estúdio voltado para fotografia publicitária 1976. É hoje o fotógrafo brasileiro de mais sucesso no Getty Images, agência mundial de criação e difusão de conteúdo visual.

Além da entrevista, você pode conferir agora também as capas dos livros-memória do selo Paixão entre Linhas (logo mais todas as capas em nosso Flickr). Hoje, segue abaixo das respostas a capa aberta de “Campeão Acima de Tudo”, sobre o Grêmio – No Flickr você pode ampliá-la.

O que faz do Grêmio um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Tricolor deve ter orgulho de seu clube?

Porque o Grêmio é Imortal, campeão ACIMA de tudo, é Imortal não porque não perde, mas porque nunca desiste ou se entrega. E como se diz aqui na nossa terra: “Não tá morto quem peleia”. Acho que a pergunta deveria ser porque o Grêmio tem orgulho da sua torcida? Porque somos iguais ao clube, a mesma coisa, temos a mesma alma, não nos entregamos nunca, em qualquer campeonato, em qualquer divisão.

Cite um jogo inesquecível na trajetória do Grêmio.

O Grêmio tem 106 anos, tem um jogo no mínimo por ano inesquecível para sua torcida. Mas 10×0 no campeão que se diz de tudo é maravilhoso, estão marcados na paleta, nunca vão esquecer nem em mil anos.

Quais os maiores ídolos da história do clube?

São tantos que vou dar só os com a letra A: Alberto ,Arlindo, Ari Hercílio, Aureo, Airton Ferreira da Silva, Alcindo, por aí vai, amanhã os com B.

No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?

A certeza de “Quem nasce da rejeição nem em cem anos cura o complexo de inferioridade”.

Qual o episódio mais curioso da história do Grêmio?

Que mesmo jogando “futebol society”, com 7, somos Campeões Brasileiros da Segundona.

Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?

Com certeza tem muito ainda a ser explorada.

Capa Aberto do livro de Eduardo e Fernando Bueno

Capa Aberto do livro de Eduardo e Fernando Bueno

outubro 6, 2009 at 2:29 pm Deixe um comentário

Fluminense: aqui surgiu o futebol brasileiro

Torcedor fanático do Fluminense, Heitor D’Alincourt já organizou até campanha para ajudar um ídolo do Tricolor. Na ocasião, o atacante Washington, que formou dupla com Assis no famoso casal 20, que muitas alegrias deu ao clube nos anos 80.

Foi um dos diretores do filme “Saudações Tricolores” e idealizou há alguns anos o lançamento de camisas réplicas das usadas pelos ídolos das décadas de 60 e 70.

Com tamanha paixão pelo time das Laranjeiras, Heitor D’Alincourt foi convidado pela Editora Leitura para organizar o livro-memória do Flu no selo Paixão entre Linhas. Nesta entrevista, ele conta por que o clube que hoje passa por um momento difícil teve papel fundamental na construção do futebol brasileiro.

O que faz do Fluminense um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor tricolor deve ter orgulho de seu clube?

O Fluminense não é diferente, ele é único. Fomos os pioneiros em tudo: implementamos o futebol no Brasil, fizemos o primeiro gol oficial, inventamos o primeiro torcedor, demos a primeira volta olímpica, erguemos a primeira taça, fomos o  primeiro campeão, fundamos a CBD (antiga CBF), construímos o primeiro estádio do Brasil, implementamos o profissionalismo…Enfim, todos os clubes do País surgiram do Fluminense. Se forem realizar um mapa genético do futebol brasileiro, com certeza, encontrarão no DNA de cada Clube o gene do Fluminense.

Cite um jogo inesquecível na trajetória do Fluminense.

Com certeza o Fla 2 x 3 Flu  de 1995, que teve o famoso gol de barriga do Renato Gaúcho. Neste jogo, além do título, conquistamos um troféu que os flamenguistas jamais terão na vida: o do centenário deles!

Quais os maiores ídolos da história do clube?

Ao contrário dos outros times que geralmente cultuam apenas um determinado ídolo, nós tricolores somos politeístas, temos varais referencias na nossa história tais como: Castilho, Telê, Didi, Romeu, TIM,  Rivellino, Assis, Edinho, Branco, Ricardo Gomes, Renato Gaúcho, Carlos Alberto Torres entre outros.

No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?

Sim, ao entrevistar pessoas e pesquisar fatos, pude perceber que a mitologia tricolor é muito mais instigante do que eu pensava.

Qual o episódio mais curioso da história do Fluminense?

A criação do escudo do Fluminense. Na verdade, é um grande mistério, até hoje jamais desvendado.

Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?

Sensacional.  É a possibilidade de perpetuarmos para as futuras gerações de torcedores/leitores toda uma tradição oral.

outubro 2, 2009 at 7:43 pm 1 comentário

Inter: um clube ousado em sintonia com Porto Alegre

Seguindo nossa série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre Linhas, hoje damos espaço ao Internacional.

O autor do livro sobre o Colorado, que conversa conosco, é Luis Augusto Fischer. Fischer, como diz seu perfil no site do Sarau Elétrico, “é professor de literatura brasileira na UFRGS, doutor em Nélson Rodrigues, escritor, cronista e jornalista nas horas vagas. Autor de vários livros de crônicas, ensaios e contos, com destaque para o já clássico Dicionário de Porto-Alegrês e a premiada novela Quatro Negros”.

Foi também roteirista dos filmes “Nada vai nos Separar” (2009) e “Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo” (2007). Ambos sobre a história de uma de suas maiores paixões: o Sport Club Internacional.

O que faz do Internacional um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Colorado deve ter orgulho de seu clube?

Te digo dois dos vários motivos: o Inter tem uma história na qual há vários momentos de ousadia, inovação, invenção, sempre no rumo correto – fomos o primeiro time sulino e ter jogadores negros; fomos o primeiro a assumir a profissionalização, numa época em que os clubes de elite queriam preservar o futebol apenas para os amadores; tivemos a primeira torcida organizada, no começo dos anos 40. O outro motivo é a história das conquistas, numa trajetória gradativa e ascensional: primeiro a hegemonia estadual, nos anos 40; depois a nacional, nos 70; e finalmente as conquistas maiores, da Libertadores e do Mundial, nos anos 2000. Tudo motivo de orgulho. E mais um, desculpa porque ia esquecendo: nunca saímos da primeira divisão.

Cite um jogo inesquecível na trajetória do Inter.

A linda conquista do Mundial, em dezembro de 2006.

Quais os maiores ídolos da história do clube?

Tesourinha e Carlitos, nos anos 40; Larry e Bodinho nos anos 50; Bráulio nos 60; Falcão, Valdomiro e Figueroa, nos 70; Taffarel e Dunga nos 80; Fernandão recentemente.

No processo de elaboração dos livros, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?

Sim: a descoberta do quanto a história do Inter tem sintonia (na verdade, sincronia) com a história da cidade e do estado. Os grandes ciclos colorados ocorrem simultaneamente aos grandes ciclos de Porto Alegre e do Rio Grande. Isso é uma prova, que eu não tinha nunca visto, da profundidade da relação do clube com a comunidade.

Qual o episódio mais curioso da história do Inter?

Dentre vários, escolho um Grenal que nem é tão famoso, já da era do profissionalismo, em que o Inter ganhou de 6 a zero do tradicional rival azul e houve ainda 5 gols nossos anulados — se reconhecidos, teria havido um estrondoso placar. O nosso presidente de então foi perguntar ao juiz por que tanta anulação, e este, suspeitamente, teria dito que já tinha havido gol demais no adversário.

Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?

Tem tudo para ser cada vez mais bem sucedida; na medida em que o nível de escolaridade do país cresce, como tem ocorrido nas últimas décadas, é cada vez maior a demanda por textos que lidem com a vida real, com o cotidiano das pessoas, e o futebol é certamente uma das maiores diversões no Brasil.

setembro 28, 2009 at 6:14 pm Deixe um comentário

Botafogo: Um time sob a aura da superstição

Tem início neste post uma série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre linhas, uma iniciativa da Editora Leitura que une futebol e literatura.

Estarão representados nas entrevistas os 12 clubes contemplados pela coleção. E para começar, alguém já bem conhecido pelos loucos por futebol. Trata-se de Roberto Porto, autor do livro “O Glorioso”, sobre o Botafogo.

Roberto Porto já passou pelas redações de jornais como O Globo, Jornal do Brasil, Correio da Manhã, Jornal dos Sports e O Dia, revista Fatos & Fotos, pelas rádios Tupi, Nacional, Continental e Globo, além da TV Educativa. São mais de 40 anos dedicados ao futebol. Atualmente, integra a equipe do programa “Loucos por Futebol”, da ESPN Brasil.

É autor também de História Ilustrada do Futebol Brasileiro, Gírias e Verbetes do Futebol, Dicionário Popular de Futebol – ABC das Arquibancadas, Didi – Treino é treino, jogo é jogo e Botafogo, 101 anos de mitos, histórias e superstições.

Saiba mais sobre o autor clicando aqui e também conheça seu blog.

O que faz do Botafogo um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Glorioso deve ter orgulho de seu clube?

O Botafogo é diferente dos demais porque paira sobre ele, Botafogo, aura da superstição. Não apenas isso: mas há entre os jogadores do Botafogo, ao longo de mais de um século, exemplos de mortes acidentais, a começar em 1909, quando Euclides da Cunha errou o alvo e acertou o pescoço do lateral-esquerdo Dinorah, que mesmo com a bala encravada junto à coluna cervical, sagrou-se campeão de 1910. O orgulho do torcedor alvinegro vem do próprio fato de o Botafogo não se parecer com os outros. O jornalista Sandro Moreyra, certa vez, disse uma ótima frase: ‘O Botafogo não melhor nem pior do que os outros clubes. É apenas um clube diferente.

Cite um jogo inesquecível na trajetória do Botafogo.

Para mim, a decisão do Campeonato Carioca de 1957, quando o alvinegro venceu o Fluminense por 6 a 2, com cinco gols de Paulo Valentim e um de Garrincha. É o placar recorde até hoje em decisões, para não citar o recorde absoluto no Brasil, quando o Glorioso derrotou o Mangueira por 24 a 0, na época do amadorismo.

Quais os maiores ídolos da história do clube?

Nílton Santos, Garrincha, Didi, Gérson, Amarildo, Jairzinho, Roberto Miranda, Paulo César Caju, Zagallo, entre tantos outros.

No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?

Não exatamente. Apenas a releitura de uma crônica de Nélson Rodrigues que respondo logo no prefácio.

Qual o episódio mais curioso da história do Botafogo?

Sem sombra de dúvida, o fato de o clube ter três datas de fundação: Futebol (1904), Regatas (1881) e a fusão dos dois, em dezembro de 1942. E as três bandeiras tremulam juntas no mastro da sede de General Severiano.

Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?

É uma forma de conquistar leitores que, apaixonados por futebol, acabam gostando também de outro tipo de literatura.

setembro 24, 2009 at 5:40 pm 1 comentário

As Melhores Piadas sobre Futebol

A união entre literatura e futebol não é novidade para a Editora Leitura, que lançará em breve as obras do selo Paixão entre linhas.

Foi lançado em maio deste ano, pela editora, o livro “As Melhores Piadas sobre Futebol”, de Mário Brito. A antologia é fruto do trabalho do autor na página “Bola Murcha”, do jornal Super Notícia, de Belo Horizonte-MG.

“Para mim, esse trabalho representa a satisfação em atender aos leitores e torcedores que sempre perguntavam e pediam um livro por e-mail, pelo site do jornal e pela comunidade do Orkut”, fala Mário Brito.

O livro reúne piadas, frases, o Teste Cretino e as famosas “Pergunta Cretina – Resposta Idiota”, tudo que o leitor que acompanha Brito no Super Notícia já conhece bem.

E quem se depara com Mário Brito quase diariamente no Super Notícia, não imagina o currículo desse humorista. Ele é também advogado, jornalista, técnico em segurança do trabalho, radialista, repórter, é casado e pai de duas filhas. Ufa, haja fôlego!

Mas chega de papo, vamos às piadas:

A MULHER E A BOLA

Aos 18 anos – Bola de Futebol: 22 homens correndo atrás e um monte de marmanjos de olho.

Aos 28 anos – Bola de Baquete: 10 homens correndo atrás e alguns colegas acompanhando.

Aos 38 anos – Bolinha de Golfe: 1 homem correndo atrás e meia dúzia olhando.

Aos 48 anos – Bolinha de Ping-Pong: um homem fica jogando para o outro.

PERGUNTA CRETINA

Pergunta o repórter ao técnico:

– Você vai repetir o mesmo time?

RESPOSTA IDIOTA

– Não. Vou repetir outro time.

INTELECTUAL

Aquele jogador, metido a intelectual, pergunta ao técnico:

– Uma dúvida, professor…É “me passa a bola” ou “passe-me a bola”?

E você? Qual sua piada sobre futebol favorita?

Capa

Veja mais sobre o livro em www.editoraleitura.com.br

setembro 2, 2009 at 7:24 pm Deixe um comentário

Futebol e Literatura: parceria em alta

Quem disse que literatura e futebol não têm nada a ver?

Só no primeiro semestre deste ano, estima-se que foram lançados mais de 20 novos livros com um tema antes restrito aos estádios, rádio e televisão: o futebol.

Para 2010, com a Copa do Mundo e o centenário do Corinthians, a expectativa é de novo recorde de publicações desse segmento.

O Jornal Valor Econômico publicou recentemente uma reportagem, intitulada “Gol de letra”, de Eduardo Belo, sobre a grande quantidade de lançamentos de títulos sobre o esporte mais popular do país.

O texto citou a coleção “Paixão entre Linhas”, da Editora Leitura, como a mais ousada jogada do mercado editorial nesse segmento.  Veja essa parte do texto e confira a reportagem:

“Também prevista para este ano está, a talvez, mais ousada jogada do mercado editorial: o lançamento da coleção ‘Paixão entre Linhas’, da Editora Leitura. Pertencente a uma das mais tradicionais livrarias de Belo Horizonte, a editora procurou os integrantes originais do Clube dos 13 (os principais brasileiros) e propôs a edição de livros oficiais com a marca de cada um deles. O grande lance é a presença de um canal de distribuição extra, barato e eficaz: os próprios clubes. Os livros também serão vendidos nas livrarias, mas é de esperar que custem menos nas lojas oficiais dos clubes. As agremiações não vão gastar nada com o projeto e ainda receberão royalties nas vendas. Cada clube terá direito a três obras: um livro de quadrinhos com o histórico e os principais símbolos do clube, voltados para o público infanto-juvenil, um pocket book com as estatísticas do time e uma ‘memória’, que conta a trajetória do clube por meio de entrevistas, de um histórico propriamente dito ou de crônicas, como será o do Atlético Mineiro.”


agosto 24, 2009 at 1:51 pm 1 comentário

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Olá, você está no blog do Paixão entre linhas, um projeto da Editora Leitura que une literatura e futebol e vai surpreender os torcedores dos principais clubes do país.

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