Archive for julho, 2010

Mano pede, e CBF acerta com mais dois nomes para comissão técnica

O técnico Mano Menezes confirmou, nesta quinta-feira à noite, dois novos profissionais que farão parte de sua comissão técnica na Seleção Brasileira. O treinador chamou Carlinhos Neves, preparador físico do São Paulo, e ex-preparador físico do Grêmio, para a comissão. Ele trabalhará com o colorado Fábio Mahseredjian, que segue no grupo.

O novo preparador de goleiros da Seleção trabalha atualmente no Grêmio. Francisco Cersósimo foi convidado e aceitou a proposta, mas vai trabalhar no Grêmio também.

Fonte: Portal G1

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julho 30, 2010 at 11:07 am Deixe um comentário

Aprovada lei que poderá garantir mais segurança nos estádios

Terminou nesta terça um trabalho que durou quase um ano e meio para dar aos torcedores brasileiros mais segurança nos estádios e uma garantia contra a corrupção no futebol. Foi sancionada uma lei que poderá mandar torcedores violentos, cambistas e até árbitros corruptos pra cadeia.

Os tumultos entre torcedores nos estádios de futebol costumavam terminar em correria, pessoas feridas e impunidade para os responsáveis. Mas, daqui pra frente, os baderneiros poderão parar na cadeia.

O torcedor que invadir o campo ou praticar atos de violência, vandalismo ou andar com objetos que ofereçam risco pode ser punido com multa, ser proibido de frequentar estádios e pegar até dois anos de prisão. Isso vale para quem estiver dentro do estádio ou num raio de até cinco quilômetros.

O cambismo e a manipulação de resultados também serão tratados como crime, com pena de até quatro anos pra venda ilegal de ingressos e de até seis anos para os árbitros que
fraudarem os resultados.

Antes, nem torcedor, nem cambista, nem árbitro cumpriam pena. Os árbitros eram no máximo afastados pela CBF. Os cambistas perdiam os ingressos e o torcedor, geralmente, ficava um ou dois dias detido, dependendo da gravidade do que ele tinha feito.

Em 2001, Guilherme Borrajo se envolveu numa briga na saída do Maracanã. Na confusão, foi atropelado e perdeu uma das pernas.

“Quando tem punição, as pessoas pensam duas vezes antes de cometer algum delito. Agora, você não pode responsabilizar uma instituição inteira pelo delito de um. Se os estádios são equipados com câmera, que podem identificar quem causou, quem cometeu aquele crime, tem que ser punida aquela pessoa”.

O Credenciamento Nacional dos Torcedores e a obrigatoriedade de uma carteirinha de identificação, sugeridos pelo governo no ano passado, foram vetados pelo Congresso Nacional. Mas, na nova lei, as torcidas organizadas vão ter que manter um cadastro atualizado de todos os seus integrantes.

“A gente questiona a responsabilidade perante a entidade, perante o nosso patrimônio, de se responsabilizar por pessoas que não são preparadas para fazer parte da torcida”, declarou o presidente da Gaviões da Fiel, Eduardo de Araújo Fontes.

“São medidas que vão servir para melhorar o ambiente no estádio pensando na Copa de 2014”, declarou o ministro do Esporte, Orlando Silva.

E para ficar de olho em tanta gente, estádios com mais de 10 mil lugares deverão ter câmeras para monitorar as torcidas e o movimento das catracas. As medidas já valem para os jogos desta quarta.

“Não são mudanças fáceis de serem aplicadas, isso vai requerer tecnologia, isso vai requerer uma participação maior do Estado no que diz respeito aos campos, aos estádios. É necessário uma vigilância eletrônica muito maior, é necessário segurança ainda maior, mas eu tenho certeza que isso é um passo, nós queremos mudar a cultura, mudar paradigmas e o Estatuto do Torcedor na sua nova concepção me parece fazer isso”, disse Ophir Cavalcante, presidente da OAB.

Dê sua opinião sobre este assunto!

Fonte: Jornal Nacional

julho 28, 2010 at 11:55 am Deixe um comentário

Primeira Escalação da Seleção de Mano Menezes

Goleiros

Renan (Avaí), Jefferson (Boatafogo), Victor (Grêmio)

Laterais

Rafael Manchester United), Marcelo (Real Madrid), André (Fenerbahçe),Daniel Alves (Barcelona)

Zagueiros

David Luiz (Benfica), Henrique Racing Santander), Réver (Atlético -MG), Thiago Silva (Milan)

Meias

Ederson (Lyon), Carlos Eduardo (Grêmio), Ganso (Santos), Lucas (Liverpool), Hernanes (São Paulo), Sandro (Inter), Jucilei (Corinthians), Ramires (Benfica)

Atacantes

Robinho (Santos), Neymar (Santos), André (Santos), Tardelli (Atlético-MG), Alexandre Pato (Milan)

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julho 26, 2010 at 7:46 pm 3 comentários

Mano Menezes é o novo técnico da seleção

O novo técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, 48 anos, só começa a trabalhar nesta segunda-feira. Mas o discurso deste gaúcho de Passo do Sobrado já soa promissor. Em entrevista exclusiva ao repórter Bruno Laurence, da TV Globo, concedida na tarde de sábado, ele fez questão de falar no torcedor brasileiro e em sua percepção do futebol.

– Eu espero e acredito na capacidade do trabalho, de poder construir juntamente com todos, com a direção da CBF e com o torcedor brasileiro – que é importante – uma seleção que seja capaz de voltar a vencer uma Copa do Mundo, que a gente já está com saudade…. – disse o treinador, que se despede do Corinthians neste domingo, após enfrentar o Guarani às 18h30, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro.

A ênfase na visão dos 190 milhões de “treinadores” da população brasileira foi sublinhada com uma bela frase e um raciocínio muito bem-vindo:

 Cabe ao técnico da Seleção procurar traduzir para todo esse povo aquilo que ele quer ver. É isso que vou buscar incessantemente fazer. Quando se consegue isso, se consegue o máximo do trabalho – anunciou o novo contratado da CBF.

Com uma convocação já marcada para a tarde de segunda-feira, Mano deixa escapar um sorriso quando é perguntado sobre quando iria trabalhar nesta primeira missão:

– Olha, nós vamos trabalhar na segunda pela manhã, de maneira oficial. Mas é lógico que já estou começando a delinear ideias na minha cabeça. Tenho ainda que ir me inteirando de como funcionam as coisas na Confederação [CBF]… – respondeu.

Mano disse que pretende montar a comissão técnica com calma, mas já adiantou que irá chamar seu assistente no Corinthians, Sidnei Lobo:

– Ele é meu auxiliar direto. Vamos fazer consultas e conversar com algumas pessoas antes de definir outros nomes – comentou.

Confira abaixo a íntegra do depoimento de Mano Menezes.

SER TÉCNICO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
Soa bem. Você vai escrevendo uma trajetória, vai construindo isso. Eu digo que a minha é proporcionalmente rápida para o futebol brasileiro. Mas muito segura. Isso me deu boas garantias de que ela vai continuar sendo segura. Quando você se propõe a fazer um novo trabalho, uma etapa mais importante, mais grandiosa, isso passa segurança interna, ajuda muito.

O técnico da seleção brasileira é um privilegiado. Você poder escolher os melhores jogadores para compor uma equipe, dentre os melhores do mundo – e somos os melhores do mundo -, é sem dúvida nenhuma uma oportunidade única.

A DECISÃO DE TROCAR O CORINTHIANS PELA SELEÇÃO

Em nenhum momento me passou pela cabeça recusar o convite. Apenas precisei me certificar de certas coisas. Gosto das coisas muito claras, para estabelecer que tipo de relação a gente vai assumir depois. Eu exijo muito que cumpram comigo aquilo que combinamos. Porque eu vou cumprir aquilo que combinamos.

Uma decisão precisa ser embasada e [que seja] retirada dela a emoção, o orgulho de ter sido escolhido. Ela tem que ser amparada em pilares mais da razão. Na frente isso vai fazer a diferença. Quando você entra de cabeça você tem que apostar da forma mais segura. Durante esse caminho que que eu vim construindo, em muitos momentos eu não queria receber a oportunidade porque entendia que não era o momento. Mas mesmo não querendo eu tinha uma convicção muito grande de que, se acontecesse o convite, eu deveria aceitar! Porque é assim a vida. As trajetórias profissionais não nos oferecem tantas oportunidades ou oportunidades repetidas. Talvez ela não aparecesse novamente… Eu procurei me preparar bem nessa trajetória. Se as pessoas que estão olhando de fora enxergam em mim as condições para fazer o trabalho, eu procuro corresponder.

A PRESSÃO NA COPA 2014

É normal. Dadas as proporções, não é nada muito diferente de todas as missões que tive até hoje. Acho que falar em conquista da Copa, na necessidade de o Brasil conquistar o título em 2014, é adiantar muito os fatos. Você não consegue nada se não construir uma seleção capaz de suportar tudo que significa jogar uma Copa do Mundo no Brasil. Existem coisas positivas por jogar aqui, mas teremos uma pressão maior, claro.

Temos um chão longo a ser pisado. Temos uma Copa América que vai ser jogada na Argentina, temos as Olimpíadas em Londres… Tudo isso vai fazer parte da formação de uma seleção capaz de suportar a pressão na Copa 2014.

DESAFIOS DE SUA CARREIRA

Proporcionalmente, cada clube que você assume é importante. Em me lembro que em 2001, quando estava saindo da categoria de base do Internacional, em final de temporada, fui convidado para dirigir o Guarani de Vênacio Aires, onde comecei como jogador. O Guarani estava na lanterna do Campeonato Gaúcho, cinco pontos atrás do penúltimo colocado. Assumir um clube nessa condição era um risco total. E acabamos sendo campeões do segundo turno e depois ganhamos o título gaúcho [pela fórmula de disputa vigente em 2001, Grêmio, Inter, Caxias e Juventude só entravam na disputa do que foi chamado Supercampeonato Gaúcho].

Quando saí do XV de Novembro de Campo Bom, depois de ser terceiro colocado da Copa do Brasil de 2004, assumi o Caxias. O time estava na 22ª  colocação entre 24 times na Série B. Tinham sido jogadas dez rodadas, só tinha 13 para jogar. Saímos da zona de rebaixamento e fomos ao nono lugar, falou um ponto para classificar entre os oito. Na época, classificavam oito para ver quem subia.

O DIVISOR DE ÁGUAS

Em cada clube, houve trabalhos que exigiram muito. E depois eu cheguei no Grêmio, também na Série B, em 2005. Foi difícil, mas muito mais pela maneira como ela terminou [na épica vitória sobre o Náutico que ficou conhecida como Batalha dos Aflitos, com o Grêmio terminando com apenas sete jogadores em campo]. Mas já era uma reconstrução. Tivemos que formar um time durante a própria competição. E foi o que fizemos. Atingimos a Série A, o objetivo, conquistando o título de forma extraordinária. Aquilo foi um jogo muito diferente de um jogo de futebol, fora do padrão. A exceção da exceção. É quase uma benção, como se dissessem “vamos dar para aquele grupo de homens um prêmio por tudo que passaram”… O clube grande quando cai é sempre muito traumático. Tinha feito um primeiro semestre difícil, não tinha chegado ao final do Campeonato Gaúcho… Fui construindo uma equipe da forma como eu gostava, baseada em preceitos que eu acredito, um nível de profissionais da forma como eu gosto de trabalhar… Era para ter um término com sucesso, mas não daquela maneira…

Enxergo ali um divisor na carreira. Eu já conversei com o Roberto Cavalo sobre isso; é importante ouvir o outro lado, ele era técnico do Náutico. Como foi duro para o lado de lá, e como foi extraordinário para o lado de cá!

CORINTHIANS

Eu vi o Corinthians como uma grande oportunidade de repetir um bom trabalho. Era a primeira vez que eu ia trabalhar em um clube grande fora do Rio Grande do Sul. É difícil vencer num mundo maior, onde as expectativas são maiores, os investimentos maiores, o reconhecimento, um eventual fracasso… Tudo muito maior. Entendi que o Corinthians seria uma grande oportunidade para fazer um trabalho bem realizado. Mesmo estando na Série B. Porque, se tem um momento bom para assumir em um clube maior, é nessas horas, quando as pessoas estão mais humildes. Elas ouvem mais, respeitam mais.

Vivemos momentos difíceis e momentos felizes no Corinthians. Felizmente foram mais momentos felizes, senão não teria chegado a quase três anos de trabalho no clube. A participação do torcedor – do torcedor normal – foi maravilhosa! Nossas viagens pelo Brasil, desde os tempos de Série B deixaram isso muito claro. Tentamos sempre colocar em campo uma equipe que traduzisse esse sentido do torcedor e conseguisse uma identidade com ele, com aquilo que ele pensa do futebol. Ás vezes, a gente conseguiu, nem sempre se consegue. Mas a procura foi sempre essa.

O que vale muito no trabalho de um profissional quando sai de um clube é poder olhar pra trás e ver que deixou algo construído e que mudou, que não vai deixar as coisa como estavam antes.

MANO E A FAMÍLIA

O apelido Mano vem da minha irmã mais velha, que só é um ano e pouco mais velha do que eu. Quando eu nasci, eu era o irmão, o mano. E ela não sabia dizer meu nome, só me chamava assim. E foi ficando o apelido, ficou na carreira como jogador. Quando você se torna técnico, passa a usar o sobrenome. Como eu brinco, é para ter uma certa pompa, né?

Fui parar no futebol por influência do meu pai, que faleceu muito cedo. Ele é o responsável por me fazer gostar de futebol. Em casa, a família sempre me deu apoio. A Maria Inês, minha mulher, trabalha comigo, coordena a nossa empresa. Minha filha Camila também, faz a minha assessoria. É importante no futebol de hoje cuidar da imagem, e esse apoio delas é fundamental. Elas compartilham comigo as horas boas como agora, e estão do meu lado também quando as coisas não vão tão bem.

190 MILHÕES DE MANOS

Eu já dirigi uma nação. Agora vou dirigir a maior nação do futebol mundial. Com a responsabilidade de representar os outros técnicos do país, dirigir os melhores jogadores do mundo – repito. Sou um profissional que tem uma trajetória e sempre segui uma linha. É esta linha que me trouxe até aqui, para dirigir a Seleção Brasileira. E será esta a linha que vai me levar na sequência do trabalho.

Vejo como algo positivo trabalhar com todos esses 190 milhões de “treinadores”. Cabe ao técnico da Seleção procurar traduzir para todo esse povo aquilo que ele quer ver. É isso que vou buscar incessantemente fazer. Quando se consegue isso, se consegue o máximo do trabalho.

Fonte: Globo Esporte

julho 25, 2010 at 10:17 pm Deixe um comentário

Muricy é o novo técnico da Seleção

O novo técnico da Seleção Brasileira é Muricy Ramalho. O treinador, de 54 anos,  terá a responsabilidade de comandar a renovação da Seleção  para a disputa da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.

Muricy tem contrato até o fim do ano com o Fluminense, clube que levou à liderança do Campeonato Brasileiro após a vitória desta quinta-feira, sobre o Cruzeiro. Segundo Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da CBF, Muricy foi convidado, aceitou o cargo, mas ainda irá se reunir com a diretoria tricolor. Em seu contrato com o clube, há uma cláusula que permite rompimento em caso de convite da Seleção.

Fonte: Portal G1

julho 23, 2010 at 4:12 pm Deixe um comentário

Rodada 10: tricolor carioca assume ponta; paulista e gaúcho vivem crise

Uma coisa não se pode negar depois das três partidas dessa quinta-feira que fecharam a rodada #10 do Campeonato Brasileiro 2010: os torcedores dos três clubes tricolores mais vitoriosos do país não ficaram nem um pouco indiferentes. Seja pela euforia para quem é tricolor de coração no Rio. Ou pela irritação de quem vai a pé para o que der e vier no Rio Grande do Sul. Mesmo sentimento de quem torce para o bem amado na terra da garoa. Se o Fluminense experimenta a doce sensação de ser líder, Grêmio e São Paulo vivem situações delicadas que expõem os seus treinadores.

Silas e Ricardo Gomes respiram neste momento no Grêmio e no São Paulo o ar pesado que precede a saída. Com o empate por 1 a 1 com o Vasco, na quarta-feira, o Tricolor Gaúcho manteve-se na incômoda zona de degola, ali mesmo, no 17º sétimo lugar, somando 10 pontos. Com isso, cresce a impaciência com o treinador considerado, em 2009, a revelação do Brasileiro. O mesmo pôde ser sentido no Morumbi após o melancólico 1 a 1 do São Paulo com o Prudente, também na quarta. O time permanece na 13ª posição, com 12 pontos, perto da Z-4. O suficiente para na quinta-feira só se falar em sucessão no comando, e o nome de Dunga – ele mesmo – ser ventilado às vésperas de uma semifinal de Libertadores com o Internacional

Se o momento atual do Tricolor Paulista em nada lembra o das grandes conquistas, o de Muricy Ramalho, agora no Tricolor do Rio, ainda é bem parecido com aquele. O casamento do tricampeão brasileiro com o Fluminense devolveu-lhes, após um bom tempo, a cobiçada liderança – para se ter uma ideia, o time carioca não a obtinha desde a oitava rodada do Brasileiro de 2006. O voo de Leandro Euzébio para a cabeçada da vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro foi o grande presente de aniversário para o clube, que na véspera fez 108 anos.

O triunfo no Maracanã fez jus à festa da torcida nas arquibancadas do Maracanã. E pode-se dizer que parte do presente de aniversário do Fluminense chegou justamente na quarta-feira, quando, no Serra Dourada, o Corinthians, até aquele momento líder da competição, perdeu por 3 a 1 para o lanterna do campeonato, o Atlético-GO. O tropeço acabou custando caro. Agora, o Timão, que pode perder Mano Menezes para a Seleção Brasileira, conversa para corrigir as falhas e sair do segundo lugar para recuperar o primeiro.

Os outros dois que compõem o G-4 mostraram o seu valor. Se o dever de casa do Ceará não foi completo, pelo menos serviu para o time cearense se manter no terceiro lugar, com 19 pontos, dois atrás do Corinthians, após o empate por 1 a 1 com o Guarani, em Campinas. no Brinco de Ouro.  Mas é bom o Vovô ficar ligado, porque agora, em quarto lugar, tem na cola o Internacional, que com a vitória de virada sobre o Atlético-MG por 2 a 1, fora de casa, cresce na competição bem perto de decidir uma vaga na final da Libertadores com o São Paulo.

SELEÇÃO DA RODADA 10- TROFÉU ARMANDO NOGUEIRA

Márcio (Atlético-GO) – 8,0, Wagner Diniz (Atlético-PR) – 6,5, Bruno Costa (Atlético-PR) – 7,5, Leonardo (Grêmio Prudente) – 7,0 e Ernandes (Ceará) – 6,5; Ricardo Conceição (Vitória) – 6,5, Robston (Atlético-GO) – 6,5, Paulo Baier (Atlético-PR) – 7,0 e Caio (Avaí) – 6,5; Alecsandro (Internacional) – 7,5 e Pedro Paulo (Atlético-GO) – 7,0.

Técnico: Roberto Fernandes (Atlético-GO) – 7,0

Fonte: Portal G1

 

julho 23, 2010 at 12:24 pm Deixe um comentário

Confira o vai e vem dos clubes

Durante o mês em que o Brasileirão saiu de cena para que todas as atenções pudessem ser voltadas à Copa do Mundo da África do Sul, o mercado de transferências de jogadores não ficou parado. Na Europa, os principais clubes se reforçam para o início da temporada, em agosto, enquanto no futebol brasileiro os principais times reforçam seus elencos para a sequência do torneio mais equilibrado do planeta. Com sete rodadas já disputadas antes da paralisação para o Mundial, o Brasileirão volta na próxima semana, nos dias 14 e 15 de julho.

Veja a movimentação no mercado dos 20 principais clubes da Primeira Divisão. Muitos jogadores foram repatriados, como Renato Abreu ( do Al Shabab-EAU para o Flamengo), Felipe (do Al Saad-QAT para o Vasco), Tinga (do Borussia Dortmund-ALE para o Inter) e Emerson ‘Sheik’ ( do Al Ain – EAU para o Fluminense). Até o treinador pentacampeão do mundo voltou, caso de Luiz Felipe Scolari, que reassumiu o Palmeiras.

Os jogadores que chegam do exterior só poderão estrear em agosto. Mas os clubes pressionam a CBF para que o prazo seja adiantado pelo menos para a última semana de julho. A direção da entidade deve se pronunciar na próxima semana sobre o caso.

Internamente, as transferências mais impactantes foram as de Diego Souza e Kleber. O meia, afastado do Palmeiras desde o início do ano,  acertou com o Atlético-MG, enquanto o atacante, que estava no Cruzeiro, retornou ao Palmeiras. Ambos já poderão estar em campo em julho. A oitava rodada será disputada na próxima semana, nos dias 14 e 15.

Fonte:Globo Esporte

julho 22, 2010 at 11:02 am Deixe um comentário

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